Bienal do Porto Santo


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* Originalmente publicado a 6 de Novembro de 2013, na Le Cool Lisboa * 413

Audiopath no Lounge

Nasceu em meados dos anos oitenta, no final dos noventa apaixona-se por mesas de mistura e pelas batidas electrónicas, mas é a partir de 2005 e, sobre a alçada de diferentes alter-egos, que começa a animar os clubes com maior destaque e as suas produções editadas por labels nacionais e internacionais, com reconhecimento por parte de artistas como Richie Hawtin, Damon Wild, Deepchild, James Zabiela, Matt Star, Gene Le Fosse ou Mijk van Dijk, começa a actuar um pouco por toda a Europa. Anos corridos, hoje, usa o disfarce de Audiopath e estreou-se nas edições com o EP «King of Kings» lançado pela Circus Maximus e, apesar do techno estar para sempre presente no seu ADN, presenteou-nos com um disco de originais house com toques bem clássicos, que inclui ainda remisturas do francês Madji’k e dos lusos Infestus e Trikk. Disco destacado na americana XLR8R Mag e em rádios como a Oxigénio ou a Antena 3 que, além disso, recebeu óptimas criticas por parte de Robert Owens, Mr. G, Slam, Behling & Simpson, Moodymanc, entre outros nomes referência actual. Esta quarta-feira actua num dos espaços do Bairro Alto mais relevantes para cena clubbing, A Capela. / Marcelo de Magalhães

onde
Bar A Capela, Rua da Atalaia 45
mapa de localização


quando
A partir das 23h, dia 6 Nov 2013

quanto
Entrada livre



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* Originalmente publicado a 6 de Novembro de 2013, na Le Cool Lisboa * 413

Halloween Freakshow


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* Originalmente publicado a 2 de Novembro de 2013, na Le Cool Lisboa * 413

Ka§par no Brownie

Ka§par quase que dispensa apresentações, conta com uma longa carreira atrás dos pratos e a produzir música em nome próprio e sob o domínio de vários projectos. Com o lançamento do álbum de estreia «Ascensus» na reconhecida editora do holandês Gerd, 4Lux, em finais de Abril, o jovem veterano já deu a conhecer mais 3 discos, o primeiro, o recém-editado «Renaissance Tracks» (com a participação vocal de Mr. White da clássica Alleviated Records de Larry Heard e ainda uma remistura de Bell Boys) na editora Stripped & Chewed de Chicago, «Four Bastard Boogie Joints» no selo dinamarquês Hands Off (sucedendo o vinil de «Taste of Detroit» de Rick Wade) e «Spice Of Light» na holandesa Tomorrow Is Now, Kid! A acrescentar, nos últimos tempos, tem sido um dos DJ da cena underground nacional que mais actua além-fronteiras fazendo NY, Nova Jérsia, Roterdão, Amesterdão e Gent parte do roteiro. Sem dúvida um dos acontecimentos de música de dança electrónica mais relevantes na cidade nesta noite de sábado! / Marcelo de Magalhães

onde Brownie, Rua da Imprensa Nacional, 46
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quando A partir das 23h, dia 2 Nov 2013

quanto Entrada livre

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* Originalmente publicado a 2 de Novembro de 2013, na Le Cool Lisboa * 413

Pista


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* Originalmente publicado a 1 de Novembro de 2013, na Le Cool Lisboa * 413

Yellow In 3


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* Originalmente publicado a 1 de Novembro de 2013, na Le Cool Lisboa * 413

RUSH | Octo Octa | Barnt | Milton Bradley

RUSH é a mais recente festa do Lux Frágil, de (mais ou menos) novos valores da música electrónica actual, a comprovar, por lá, já passaram Kyle Hall, Daniel Avery, San Proper e mais uns quantos jovens senhores. Desta vez, o convite foi feito a um americano e a dois alemães. De Brooklyn aterra Octo Octa, jovem que se estreou na Not Not Fun, que apresentará as suas produções que, apesar da tentativa de brincadeiras analógicas, soa polido sem, por mais contrário que possa parecer, perder a alma, o groove. Nesta noite, destaco sem pudor Milton Bradley de Berlim e Barnt de Colónia. A provarem que o techno ainda faz parte da ADN da nação. O primeiro é mais obscuro, o segundo invoca exotismo narcótico o suficiente para despertar desejos lascivos na pista de dança. No fim das contas, house e techno de Chicago, Detroit e do Velho Continente, para o corpinho, com baixos sensuais, linhas de ácido, psicadelismo, cósmico, drama sem vergonha. Soul com máquinas. Para mim, é uma das RUSH mais entusiasmantes até então! / Marcelo de Magalhães

onde
Lux, Avenida Inf.D. Henrique (Cais da Pedra Armazém A), Santa Apolónia
mapa de localização


quando
À 1h, a 1 Nov 2013

quanto
Entrada 

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* Originalmente publicado a 1 de Novembro de 2013, na Le Cool Lisboa * 413

Le Editorial * 413 por Ana Ema

PRINCESA REAL

Princesa Real é como gostaria o Príncipe Real de ser chamado à boca cheia. Nem na intimidade, nem em círculos mais fechados, qual quê, em público mesmo, orgulhosamente.

Todos nós temos uma princesa real dentro de nós a querer despontar em floreados e em modas, a querer ter a roupa toda revistada para a entrevista da Time Out ou a querer surgir pela objectiva do Alfaiate Lisboeta. Qual vaidosa lisboeta a rechear-se na hipótese de saldos e a tentar (dificilmente) conter-se perante as inúmeras montras do Príncipe Real, esta Princesa Real é ruidosa no seu cosmopolitismo. Ou, como quem diz, tem coisas boas pra caraças! E o gelado ainda se come no Outono e o ginásio ainda faz sentido no Inverno e o cabelo também se corta para o espelho de casa e o amor também se faz em arco-íris. / Ana Ema

Miguel e o Rafa.El são regulares do Príncipe Real.

Somos parceiros de comunicação do Doclisboa, do Alfama-te, do Pecha Kucha Night Lisboa e da Madame. A Le Cool Lisboa não se arruma pelo AO90.

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* Originalmente publicado a 31 de Outubro de 2013, na Le Cool Lisboa * 413

Le Capa * 413

por Sérgio Augusto

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* Originalmente publicado a 31 de Outubro de 2013, na Le Cool Lisboa * 413

Le Entrevista a David Pontes, por Rafa

Apresenta-te e conta-me como chegaste ao teu interesse pela joalharia.

Chamo-me David Pontes, nasci em 1979. Vivo e trabalho em Lisboa. Quando era miúdo, tive o privilégio de viver rodeado de colecções, de objectos, algumas jóias e pequenas preciosidades. Aos dezassete anos, lembro-me que só pensava em aprender um ofício. Interessei-me por ourivesaria. Aos dezoito estava na escola profissional em Gondomar. Foi uma escolha muito natural. Também me interessava por restauro e pelo ofício de luthier. Mas foi o ofício da ourivesaria que me atraiu mais. E não perdi a oportunidade quando me chamaram.

Descrever-te-ias como um artista joalheiro ou como um joalheiro? A joalharia é uma arte de detalhe?


A joalharia é uma arte de detalhe sim. De pormenor. É uma arte refinada e apurada ao máximo do corpo humano. A joalharia é a arte que se junta a nós: toca-nos. Eu gosto muito de trabalhar o ouro. Mas está muito caro para realizar joalharia. 
Na verdade, a mim cabe-me vestir o papel tanto de artista-joalheiro, como de joalheiro-artista, bem como de ourives. O que posso dizer é que é uma das maiores motivações que tenho na vida. É ter momentos em que, através da joalharia, me expresso da maneira mais livre que consigo. Pode-me dar muito gozo ter a sensação de total libertação ao ponto de esquecer as normas. Também posso ter outras sensações. Cada vez que crio, cresço! Crio para poder colocar as pessoas em diálogo, a ver, a sentir. Se possível, proporcionar-lhes um momento ou, melhor ainda, uma revelação. E é curioso sentir como a arte de trabalhar o ouro tangencia a arte de criar.

Conta-me um pouco do teu percurso académico e profissional.

Depois de terminar o curso profissional de três anos no CINDOR, volto para Lisboa em 2001. Passei por algumas empresas industriais onde expandi os conhecimentos técnicos e posteriormente trabalhei na escola Contacto Directo. Paralelamente trabalhei em atelier próprio respondendo a diversas encomendas. Em 2008 pude prosseguir estudos no departamento de joalharia no Ar.Co, onde concluí o plano de estudos básicos de joalharia e realizei um projecto individual no qual fui bolseiro.

Actualmente dou aulas de Técnicas de Ourivesaria I, no curso regular no departamento de joalharia do Ar.Co, participo em eventos e exposições no âmbito da joalharia, dou continuidade aos meus projectos e dou resposta a encomendas de particulares.

O que te deu e dá mais prazer em criar?

Um exercício que me deixa radiante é de transportar o nível das ferramentas ao nível das jóias. Eu tenho as ferramentas como as minhas maiores jóias. Agrada-me a ideia de transmudar os valores e os sentidos, aos diferentes objectos e utensílios. Por esse motivo o trabalho da estelheira é-me tão íntimo. (Mas também porque levou 10 anos a ser criado).

Como disse na apresentação, tudo começou em me interessar por ourivesaria. É o meu berço e é um ofício esplendoroso. É motivo de muito orgulho tê-lo aprendido. Para mim, por agora e enquanto criador, o oficio de joalharia acaba por ser principalmente uma fonte de inspiração.

Se pudesses criar uma jóia dedicada a Lisboa, o que seria?

Uma coroa ou uma tiara. Sim, é isso, Lisboa merece uma tiara. Uma tiara que fosse tão encantadora como é a própria Cidade.

Por acaso, lembrei-me agora que tenho andado a experimentar trabalhar diferentes tipos de madeira. É terreno que ainda não explorei muito. Por isso tenho andado a coleccionar alguns troncos de madeira que as árvores da cidade me ofereceram. Talvez possa nascer daí alguma jóia dedicada a Lisboa.

O que podemos esperar de ti em termos de criação?

Vou continuar a investir em ideias que já tenho andado a trabalhar. São projectos longos que se dividem em varias fases. Continuarei a trabalhar com metais, matérias orgânicas e a transformar ferramentas. Estarei sempre atento à possibilidade de identificar novas entidades aos objectos do quotidiano.


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* Originalmente publicado a 31 de Outubro de 2013, na Le Cool Lisboa * 413

Jazz às Quartas


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* Originalmente publicado a 30 de Outubro de 2013, na Le Cool Lisboa * 412

The Pervert's Guide to Ideology


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* Originalmente publicado a 30 de Outubro de 2013, na Le Cool Lisboa * 412

PASSATEMPO Doclisboa 4 - Berlin Alexanderplatz (partes VI e VII)

Rainer Werner Fassbinder assina esta série que é apresentada em segmentos no Doclisboa. Para um de dois bilhetes duplos para assistires a Berlin Alexanderplatz (partes VI e VII), responde para aqui a

- Qual o único filme de ficção científica feito por Rainer Werner Fassbinder?

BERLIN ALEXANDERPLATZ (PARTES VI E VII) | City Alvalade - Sala 1 | 31 Out às 11h

- PASSATEMPO CONCLUÍDO - 

Actividades Paralelas do Doclisboa


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* Originalmente publicado a 29 de Outubro de 2013, na Le Cool Lisboa * 412

PASSATEMPO Doclisboa 3 - The Pervert's Guide to Ideology

Seria demasiado fácil perguntar-te quem é o senhor ao centro da ilustração, mas já te arranjo outra questão.


Para um de dois bilhetes duplos e para aqui, diz-me pelo menos cinco filmes comentados por Slavoj Žižek neste «The Pervert's Guide to Ideology».


THE PERVERT'S GUIDE TO IDEOLOGY | Voz do Operário | 30 Out às 22h

- PASSATEMPO FECHADO - 

PASSATEMPO Doclisboa 2 - Pussy Riot: A Punk Prayer

As Pussy Riot tornaram-se um fenómeno global após a sua actuação em duas catedrais moscovitas, em dois momentos que montaram num clip só e do qual receberam represálias. 
Para um de dois bilhetes duplos para esta sessão, responde para aqui a
- Que membros das Pussy Riot foram (ou estão ainda) encarceradas? 


* Foto por Igor Mukhin



- PASSATEMPO FECHADO -